Mesmo com um duelista a menos, já está aberta a votação para você escolher o melhor texto desta rodada.
Leia os textos e comente neste tópico de votação, dizendo qual você mais gostou.
O prazo de votação vai até o dia 10 de fevereiro (isso se o mundo não acabar antes).
sem grandes comentários, por preferência voto no waltrick.
Labes.
4 textos. 2 pós-apocalípticos, 2 religiosos, 2 eco alinhados. Talvez o único que tenha mostrado realmente o fim do MUNDO, seja o do Labes. (não tem peso algum na votação, visto que fim dos dias, é aberto a interpretação, como o próprio waltrick colocou no post do tema). Mas é interessante como a maioria de nós ficou com o fim da raça humana. Eu ia tentar ir pra outra direção (da explosão do sol ou da terra) mas faltou tempo pra construir qq coisa que não fosse fluxo de consciência. O do Labes pra mim levou; pela nova perspectiva (meio início/fim de Men in Black) de nossa pequenez. O do Waltrick foi bem escrito tb, mas o do Labes levou, mesmo com um texto mais leve do que de costume. A ironia caiu bem.
Fábio Ricardo. Gostei da lição de moral.
Mais uma vez a abordagem e os textos foram bastante diferentes, apesar do Fabio e do Rodrigo terem ido pelo lado do apocalipse climático. Acho que eu estava esperando algo mais “punk”, guerra, invasão alienígena, explosão nuclear, o demo subindo a Terra. Mas valeu. Até porque os dois colegas citados souberam trazer pra cá uma discussão bem atual, que fica mais fácil pro leitor se identificar. Porém, a originalidade do Labes surpreendeu mais uma vez e não posso deixar de dar o mérito pela solução criativa – embora, não tão fácil pra quem lê. Por isso, meu voto vai pra ele e pras peripécias do guri.
Depois de muito tempo, legal ter pego logo uma rodada dessas para acompanhar. O tema me agradou bastante (o do Poe também, mas não deu para ler tudo). Interessante ver como o discurso midiático ambientalista dos últimos anos pesa na hora que aparece um tema desses, vários foram influenciados de forma direta ou indireta pela ameaça de mudanças no clima.
Desta forma, as idéias foram boas, mas ficaram um pouco limitadas. Todas tiveram um pouco de “déjà vu”, mas é claro que praticamente tudo já foi criado de alguma forma ou outra. De qualquer modo, as narrações por si só já deixaram os textos legais, cada um no seu estilo.
No final, arriscando-me a ficar nas cartas marcadas, voto no Rodrigo. Ter um certo desenvolvimento de personagem, além do desenvolvimento da situação, deu uma pequena vantagem, embora os outros tenham ficado perto.
Rodada difícil e, sinceramente, essa divisão me incomoda. No mais, esclareço que votaria no texto do Rodrigo por motivos diferentes dos que me levariam a votar no Rafael. Mas se a questão é a afinidade com o que foi escrito, opto pela narrativa rodrigueana e pelas paisagens (e sensações) caóticas que ela me fez experimentar.
Meu voto vai ficar com o Rodrigo, pois ele conseguiu criar uma atmosfera belíssima em seu texto. Criou um mundo que eu queria realmente conhecer, seja na literatura ou no cinema.
Votação encerrada, dia de novo tema.
Ficou assim:
Rodrigo 3
Labes 2
Waltrick 1
Fábio 1
Rodada concorrida!